Chapter 2007 2007: Cap 2001: Batalha de Grupo começa...
Assim que Urak voltou para nós, eu a peguei dos braços do Sistema que desaparece em seguida, assim que peguei ela em meus braços sinto algo estranho dentro dela.
“Não imaginava que as pessoas associado a Guerra tivessem esse tipo de poder.” (eu)
Eu atravesso minha não em seu peito e deixo meu dedo perfurar seu coração que arde em poder da Lei, então deixo um pouco do meu sangue fluir dentro dela pá gestar algo novo.
“O que você fez?” (Lolth)
“Seu corpo foi contaminado pelo poder do Conceito, mas não o Conceito da Guerra, era mas sanguinário e selvagem.” (eu)
“Então você notou, parabéns por encontrar a verdade.” (Xerxes)
Aplausos
Eu olho na direção de Xerxes, sua reação servindo de confirmação para o meu medo, Andryus está despertando um novo Conceito, ele está a caminho de ser uma Entidade, uma Entidade ramificada da Guerra.
Por isso Ayden tem ele como Discípulo e ainda assim foi o único até agora que não foi apresentado como Avatar da Guerra, ele está preparando Andryus para ser uma Entidade.
Ouvi falar que Andryus é alguém desse universo, faz parte do povo dos Ascendidos, uma das pessoas com a maior taxa de vazio em seu interior, Ayden deve ter preenchido esse vazio de alguma forma para colocar ele em um caminho específico, isso explica por que Guerra tinha uma relação tão próxima com os Ascendentes, estava buscando uma semente que atendesse aos seus requisitos.
“(Todas estas malditas Entidades têm pensamentos amplos demais, quanto mais descubro, mais parece que existe por trás de cada decisão deles.)” (eu)
“(Mas se eles tem tantos Avatares do seu lado, por que deixar Andryus participar? O que isso significa? Por que desistiram tão facilmente da batalha de Hinata? O que estou perdendo aqui!?)” (eu)
Quanto mais batalhas passam, maior é minha inquietação, sinto como se estivesse perdendo alguma coisa, sinto desde o início que todo esse evento parece desnecessário para eles e mesmo assim foi proposto por eles desde o início.
Não conseguia entender o que Ayden estava pensando e menos ainda se era realmente um decisão de Ayden, poderia ser algum dos esquemas de Guerra que parece ser bem astuto para uma Entidade voltada para a guerra.
“Xerxes, o que está acontecendo aqui?” (eu)
“Como eu vou saber, acabei de acordar a poucos dias, nenhuma das minhas partes sabe algo sobre o que esteve acontecendo além do que você já sabe.” (Xerxes)
“Mas você acabou de falar sobre alguma ‘verdade’ ou algo assim?” (eu)
“Foi apenas uma forma de dizer, posso ver a estranheza em tudo isso, estou acostumada a esses jogos escondidos, o suficiente para reconhecer estar no meio de um.” (Xerxes)
“…” (eu)
“[Senhoras e senhores participantes assim como todos os observadores que com certeza estão assistindo!]” (Igor)
“[Daremos sequência com a 5⁰ batalha desse grande confronto entre Guerra e Caos!]” (Igor)
“[Demos as boas vindas a nossos últimos dois participantes!]” (Igor)
“[ Sirius X Xerxes ]”
Antes que eu pudesse continuar essa conversa, de repente surge Igor para anunciar a última batalha dos confrontos individuais, meus olhos se voltam para a tela onde as caixas contendo os rostos desses participantes se revela junto de seus nomes.
O participante que estava contra Xerxes usava uma máscara onde triângulos invertidos serviam de buracos para os olhos e a bica era esculpida como se estivesse aberta com 3 línguas esculpidas saindo pela lateral da boca cheia de dentes afiados.
“Continuamos a batalha?” (Lolth)
“Temos que continuar, não podemos perder este universo.” (Sarazar)
“…” (Hinata)
“Então, o que você vai fazer…?” (Xerxes)
“Como Sarazar falou, não temos a chance para desistir, precisamos vencer!” (eu)
Não podia entregar este universo, Urd era similar às Gemas agora, uma de minhas filhas, não podia separar ela deste universo tão importante para ela.
“[Agora vamos para a escolha aleatória da arena!]” (Igor)
“[Comece!]” (Igor)
“Xerxes, o quão confiante você está em enfrentar uma Avatar?” (eu)
“Vai depender…” (Xerxes)
Ding!
“[ Cataclismo Natural ]”
Antes que Xerxes pudesse dizer qualquer coisa, ela desapareceu, meus olhos se voltando para a arena que estava mudando.
——————-
Pov Xerxes:
Ver a confusão de Zenos com tudo acontecendo era engraçado, ele é muito incerto em tudo que faz, sempre pensando demais e planejando demais.
“(A ingenuidade dos jovens…)” (eu)
Como um ser do Caos, planejamentos são mera referência em tudo que se faz e nunca vá terminar como se espera, o que ele deve fazer é seguir em frente atento a cada passo e preparado para se adaptar em qualquer situação.
Ding!
“[ Cataclismo Natural ]”
Quando surge a escolha da arena, eu respondo ele lentamente sem dar tempo dele escutar tudo, apenas uma promoção para sua ansiedade.
Diferente dele, não dou a mínima para os planos de Ayden ou Guerra, nada disso importa, Guerra quase sempre consegue o que busca e mesmo quando tudo dá errado sempre possui contramedidas ou planos de reposição para diferentes situações, ele é um maníaco neste nível.
Eu estava olhando nos arredores, me trouxeram para um lugar muito divertido, não pude evitar rir ao ver vulcões que chegar acima das nuvens entrando em erupção, tempestades cheia de raios mais grossos que meu corpo, terremotos que surgem do nada mudando todo o ambiente constantemente e a ventania carregando lâminas de gelo.
Esse lugar era incrível, tirânico com uma quantidade saturada de puro poder elemental sem harmonia nenhuma, até o próprio espaço flutuava distorcendo vários lugares.
Em meio ao desabamento de uma montanha próxima, vejo algo voando em minha direção parando a poucas centenas de metros de mim.
“[Dou início a quinta partida!]” (Igor)
“[De um lado temos a filha e pseudo Avatar de Zenos, Xerxes!]” (Igor)
“[Do outro lado temos a Couraça da Guerra, Sirius!]” (Igor)
“[A batalha tem início!!!]” (Igor)
“Uma apresentação chamativa e desnecessária, o Comerciante deve estar gostando de se passar como seu Avatar~.” (eu)
“O que você acha, Malakyel?” (eu)
“Então é mesmo você…” (Malakyel)
Eu tinha esquecido do capuz, então movo ele revelando minha aparência, como se respondesse as minhas ações, ele faz o mesmo, seu capuz queima em cinzas, sua armadura grossa derrete até escorrer completamente até o chão.
O que se revela abaixo da armadura era uma ter o apertado com uma gravata borboleta, uma vestimenta impensável para uma montanha de músculos onde cada braço poderia ser confundindo com o tronco de uma árvore, seu pescoço possuindo mais músculos que todo meu corpo e sua cabeça anormalmente pequena comparada ao seu corpo gigante tinha o rosto escondida por uma máscara.
“Por que você pegou uma de minhas crianças?” (eu)
“Eu vi nele um receptáculo, uma fera selvagem que poderia ser treinada e era muito adequada para mim.” (Malakyel)
“Mentira~…” (eu)
“Você só queria me irritar, tudo isso por que fiz sua espada virar um universo cheio coelhos.” (eu)
“…” (Malakyel)
Malakyel sempre foi assim, ele é fácil de se irritar, infelizmente ele também é bom em controlar seu temperamento ou seria muito mais divertido mexer com ele.
“Você voltou ao seu jeito antigo, parece que seu plano funcionou.” (Malakyel)
“Mas não achava que se tornaria tão fraca.” (Malakyel)
“Não diga isso, pelo menos agora eu posso sorrir sem deformar um universo ou transformar quem escute minha voz em um horror cósmico.” (eu)
“Você entende o que quero dizer~…” (eu)
“Não preciso mais me conter~…” (eu)
“Não preciso mais manter uma mente calma e chata o tempo todo~…” (eu)
“Você ainda lembra daqueles dias~…” (eu)
Eu sorrio para ele, memórias tão antigas como a própria criação passando por minha mente, a primeira espada criada sendo entregue para um homem que sorria como uma criança olhando para a lâmina.
Agora olho para o corpo deformado que criei por acidente sendo usado por ele, sua Aura não poderia esconder a vontade de lutar cada vez maior.
“Alguma coisa a dizer antes de começarmos, Paradoxo?” (Malakyel)
“Claro que sim, querido irmão… eu voltei~!!!” (eu)
Eu avanço contra ele assim como nos velhos tempos, quando éramos apenas nós, apenas a família, antes do conhecimento, antes do poder, antes do Conceito, no Gênesis da própria criação quando a existência nasceu.
Eu sorrio ao dar um soco na direção do rosto dele, mas ele desvia com mais velocidade do que esperava desse corpo gigante e seu punho já estava a centímetros de mim.
Eu torço meu corpo colocando meu pé em cima de seu punho antes de endireitar meu corpo já dando um chute em seu pescoço que ele revida com uma cabeçada.
Nossos golpes não tem nenhum tipo de energia, nenhum tipo de Conceito ativo, nenhum tipo de Aura ou poderes, estamos usando apenas nossos corpos da forma mais bruta possível.
Meu corpo sendo quase 3 vezes menor que o dele, onde ele usa força, eu uso flexibilidade, onde ele usa técnica, eu improviso, onde ele resiste, eu esquivo e assim nossa luta aumentava o ritmo.
De repente me pego presa na nostalgia como se tivéssemos voltado no melhor momento daquele tempo, antes de tudo dar errado.
Eu não tinha mais noção do tempo quando magma surgiu debaixo de nossos pés, eu apenas chutei uma onda na direção dele que segura uma montanha como se fosse um pedra de jardim que lança em mim.
Eu pulo e deixo os fortes ventos da tempestade levar meu corpo ajudando a desviar da montanha antes de cair em um chute de machado em direção dele que defende com os dois braços transferindo o peso para o chão que se estilhaçado por quilômetros.
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